Uma hóspede e um final de semana em D.C.

Quando você tem hóspedes em casa é bom né?  – Só os chatos vão discordar (buuuuh… rsrs desculpem leitores, vou me comportar) -. Enfim, se você é meio chatinho vou te dar uns argumentos para você deixar de ser assim e até o final desse post é quase garantia que vai ter se transformado numa pessoa mais relax e legal (rsrsr).

Vantagens de hospedar alguém em casa:

  1. Se você é daqueles que é preso na rotina, com alguém em casa você tem a chance de quebrar aquela rotina que te aprisiona e fazer um negócio diferente todo dia.
  2. Você vai exercitar o seu lado altruísta. Isso!! Vai pensar mais no outro, se preocupar com o bem-estar do outro, daquele outro que tudo que você quer é que seja feliz e se sinta a vontade dentro da sua casinha.
  3. Ah, mas você é muito territorial e gosta de tudo do seu jeito? Então está na hora mesmo de você ter um hóspede (e te desejo um daqueles bem bagunceiros… brincadeira!). Mas sério, deixa de ser assim e relaxa. Receber alguém em casa é ter companhia em noites vazias depois do trabalho e papear até o sol raiar.
  4. Hopedar alguém em casa é trocar experiências. Aprender sobre o outro e com o outro (sacou?).
  5. Por último e muito importante, você vai ter todas as desculpas que precisa para cair nas graças desse mundo, porque como bom anfitrião o seu papel é de mostrar tuuudo. Isso significa que você tem todo o direito de sair turistando por aí (ninguém vai te julgar! haha  S e  j o g a !)

Já entendeu porque vim com todo esse discurso bonito né?  Seguinte, tenho uma hóspede em casa! E o que você faz quando sua hóspede é estudante de direito e só quer saber de lei e essas coisas… Leva ela para a capital do país! Washington D.C aí vamos nós! (ôpa, demonstrei empolgação? Só estou fazendo isso pela hóspede mesmo… puro altruísmo lol)

Nessa aventura embarcaram:

Eu – auto entítulada melhor anfitriã do mundo -.

A Hóspede – também conhecida como a menina Direita (se liga no trocadilho rsrs)-.

O Koala BearMy partner in crime! Já citado nesse blog como sponsor de outras viagens. Pela primeira vez na história desse blog nossas agendas se cruzaram e ele se juntou a mim numa aventura.

Washington fica a 3h de carro daqui de onde eu moro. Já havia visitado em algum outono frio no passado em viagem a trabalho super curta, mas dessa vez fui para turistar meeerrmo (pq tenho uma hóspede e poooosso!). O chato é que todo “O” mundo estava lá para fazer a mesma coisa (afff… odeio turistas rsrsrs). Washington está entre as 10 cidades mais visitadas dos EUA daí já viu como que é. Ainda mais no verão que todo mundo quer aproveitar para viajar e ficar fora de casa. Então, passamos praticamente sábado e domingo na cidade. O que tem para fazer lá? Monumento para todo o lado (tipo, para cada guerra), todos os prédios do governo, o congresso, muitos e muitos museus e claro, a casa branca.

No sábado andamos os dia inteiro sob um calor de 36C (ei, a gente é do norte mas sente calor tbm tá?). Visitamos o Capitol building fizemos um tour 0800 que valeu muito apena para aprender sobre a história dos Estados Unidos (todo em inglês é claro, se você é zerado no inglês, vai assim mesmo e já vai treinando o ouvido). Para você que quer visitar o Capitol building é importante lembrar que a segurança é reforçada, igual para entrar no avião, não passa nem água. Também passamos pelo Jardim Botânico dos Estados Unidos e três Smithsonian. Sobre os museus Smithsonian, vale muito a pena conferir, principalmente se você tem crianças. Ele é todo interativo, informativo e divertido. Tinha menino demais para o meu gosto (rsrs) mas eu entendo o encantamento.  Nesse mesmo dia, falando do sábado gente, vimos a casa branca. Desculpem a falta de fotos, sei que todo mundo quer ver isso mas eu sinceramente não vi fascínio. Tem muita segurança, muita gente sempre se aglomerando e é um pouco difícil pegar uma vista boa. Se o Donald Trump estava lá? Preferiria que não hahahha. Terminamos o nosso dia com um ramen e sake respeitado no Bantam King. Para sobremesa, o melhor gelato do mundo para uma tarde quente de verão, pitango (disso sim tem foto! Mas tem que ir lá no insta para ver @lidigregory).

 

Voltamos para o hotel exaustos. Ficamos num hotel fora da cidade (cerca de 20 min) porque ficar na cidade é perder os olhos da cara se é que você me entende. O passeio tinha sido ótimo mas estava um pouco frustrada com a quantidade de pessoas. Eu não tinha tirado nenhuma foto por que era impossível se livrar daquela multidão. Decidi que no domingo iria acordar as 6 da matina, visitar os monumentos que queria com calma, apreciar a paisagem e viver o momento. E assim foi, o Koala topou e a hóspede dorminhoca ficou. Tive uma experiência totalmente diferente indo cedo de manhã e foi a melhor coisa que fiz (Confiram as fotos!).

Lincoln Memorail
Vista para o Lincoln Memorial
2 war memorial
Memorial da 2 Guerra Mundial e bem atrás o Washington Monument.
Vietnam Memorial2
Parede com os nomes dos mortos na guerra do Vietnam. Inúmeros mortos 😦
Vietnam Memorial
Rosas na passagem que leva ao Memorial da guerra do Vietnam.
Lincoln statue
Estátua do Abraham Lincoln dentro do Lincoln Memorial.
View from Lincoln Memorail
Washington Monument visto da frente do Lincoln Memorial.

Depois de um café reforçado visitamos o Arlington National Cemetery que é um cemitério militar enorme. Esse cemitério foi criado em homenagem aos mortos de guerra e é onde estão enterrados aqueles que de alguma forma se destacaram. O que você não pode deixar de conferir é a troca de soldados que fazem a guarda do túmulo dos soldados desconhecidos. Esses túmulos tem guarda 24h faça chuva, sol ou neve. Ah, os Kennedy’s também estão enterrados nesse cemitério. Desculpem novamente pela falta de fotos mas é que acho meio sei lá… estranho, bizarro, desrespeitoso tirar foto em cemitério (não sei explicar). Enfim, o domingo foi menos intenso do que o dia anterior, batemos mais perna, jantamos e pegamos a estrada de volta para casa.

Não vou comentar sobre cada monumento que vi porque é muita informação e você tem que visitar D.C! Arranja um hóspede, uma desculpa e vai! Ou melhor, vem ser o hóspede de alguém!

Sobre a hóspede/menina direita? Ela amou tudo! (manifeste-se nos comentários Jú). D.C é um prato cheio para quem ama história e política. Visitar a capital de um país é para quem quer aprender mais sobre o passado e o presente de uma nação.

Deixa um comentário aí se te convenci que hospedar pessoas é uma coisa boa ou se pelo menos te convenci a visitar Washington D.C!

Agradecimentos: Koala por fazer essa viagem possível e Ju por ser objeto de inspiração desse post (desculpa aí a exposição mas já era…).

Bom final de semana povo!

 

 

Memorial Day em Ohio

Por que os feriados prolongados tem esse poder de nos fazer pessoas mais felizes?

Semana passada, nesse mesmo dia foi Memorial Day aqui nessa parte do mundo. Para falar a verdade até me sinto um pouco culpada da minha felicidade no começo desse post. O fato é que esse feriado só existe porque uma pilha de gente foi para guerra e morreu. Não precisa olhar no google, já explico o negócio (esse blog tbm é cultura minha gente!). Toda última segunda-feira do mês de maio é celebrado o Memorial Day, feriado nacional nos Estados Unidos, em homenagem a todos os hérois de guerra americanos que perderam suas vidas em combate. Sabe o que é mais triste? Não foi pouca guerra não que esse país já comprou. Quer ficar mais triste ainda? Não foi só americano que morreu em combate não. Faz as contas! Melhor não. Já entenderam direitinho a proporção da tragédia que deu origem a esse feriado para gente?

Voltando para a semana passada porque foi muito feliz e falar de guerra me deixa triste. O que eu fiz? Eu e os amigos (sim, aqueles de sempre) saímos para um rolézinho suave (gíria bem tosca mesmo para ganhar a audiência). A jornada começa comigo, a penetra na viagem alheia, saindo de Morgantown as 22h de busão rumo a Pittsburgh. Na manhã de sábado saímos cedo (10h rsrrs) depois do café da manhã com nosso destino traçado para CincinnatiOhio. Nessa viagem o carro estava com a lotação máxima  porque era uma viagem bem em família. Agora acertem quem era a estranha no ninho? Mas olha, nem pareceu porque quando os amigos são da zueira pode ter certeza que eles puxaram à alguém lol. A viagem foi tranquila e se me lembro bem dirigimos por 4 horas.

Agora vamos aos destaques do passeio:

  • Comemos no Eli’s BBQ – Esse lugar é bom e barato e aparece com quase 5 estrelas no trip adviser (manjaa!!). Eles servem southern food, comida bem tradicional do sul dos EUA. Eles tem variedade de sanduíche de porco, costela de porco, acompanhado de purê de batata e feijão doce ou batata doce ou pão de milho (para gente parece mais com um bolo de milharina). O ponto baixo foi o purê de batata que para o meu gusto estava bem salgadinho (já quero fazer uma review e tirar uma estrela no trip adviser rsrrsrs). Nos fomos no Eli’s BBQ do Riverside e é bem legal porque tem opção indoors e outdoors para o pessoal curtir o clima bom mesmo de verão.
  • Chegamos no dia que estava acontecendo um festival Taste of Cincinnati na área do centro. Taste of Cincinati é um festival culinário que acontece o final de semana que precede o Memorial Day. É um evento super popular que reúne um monte de estandes, food trucks, e muita gente.
  • Caminhamos pelo centro e visitamos o Smale Riverfront Park. Cara, se eu fosse criança eu iria morrer feliz naquele parque. É um parque para todas as idades na verdade. Lugar bom para relaxar e soltar os moleques doidos para brincar nos brinquedos interativos.
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    Encontrando a moleca doida dentro de mim.

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    Ainda no Smale River Front Park, ponte suspensa que leva até Kentucky.
  • No domingo visitamos o Findlay Market, lugar que ganhou meu coração. É o mercado da cidade e fica num bairro histórico, Over-the-Rhine neighborhood. Sobre o mercado, existe desde 1852 e tem artesanato, comida, música ao vivo e uma atmosfera super agradável. Sobre o bairro, uma arquitetura incrível que me intrigou muito pela beleza e por maior parte dela estar se deteriorando. Não me conformei e quando cheguei em casa ver a história daquele lugar. Eis aqui o que descobri, em 2008 esse bairro foi incluíndo no livro 500 lugares para ver antes que desapareçam. Os prédios de arquitetura linda construídos por imigrantes alemães estão em extintos e muitos estão na lista de espera para demolição. Fiquei feliz em ver que pelo menos algumas áreas estáo sendo revitalizadas e transformadas em empreendimentos.  Amei muito esse mercado e esse bairro! Visitem antes que desapareça! 0bs.: A foto em destaque nesse post é do lado esquerdo do mercado.
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    Mercado fofinho.
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    Ainda no Findlay Market.
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    Arte de rua em Over-the-Rhine.

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    Ainda em Over-the-Rhine. É bom viajar com amigos mas quando eles são fotógrafos é ainda melhor.
  • Fizemos uma visita relampago ao Hocking Hills State Park na segunda- feira do Memorial Day. Lugar super interessante e que por conta do feriado estava transbordando de gente. Voltaria num dia mais calmo para explorar porque se tem gente é por que é bom né?hocking_hills_park
  • Pegamos a estrada por mais algumas horas numa parte bem rural de Ohio para passarmos uma noite bem relax numa cabana na floresta. O ponto alto? Aquele lugarzinho no meio do nada, com sabor de chocolate, cheiro terra molhada e com uma hot tub que você respeita Lol (ainda não superei aquela água quente e hidromassagem). Foto reveladora somente para os seguidores do Insta 😀

Agora sequência de fotos aleatórias de coisas fofinhas que passaram pelos meus olhos enquanto dirigíamos por aí.

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Em algum lugar no interior de Ohio – Casa do lago 1.
casa do lago
Casa do lago 2.
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Eden Park em Cincinnati.

Depois disso só foi corer para o abraço, tomar uma café da manhã reforçado no outro dia, dirigir de volta para Pittsburgh, madrugar no outro dia para pegar o ônibus de volta para Morgantown e correr para o escritório por que minha vida de estudante ainda não acabou.

Ah, o que seria da vida sem os feriados, os amigos, a casa dos amigos, o carro dos amigos e os lugares legais para a gente visitar?

Melhor do que isso é só não ter mais feriado de guerra né? Por que assim a gente fica até meio pensando duas vezes antes de ir embora e ser feliz.

Peace!

P.S: Thanks lion.explorer pelas fotos que você tirou de mim. Sem você o mundo seria só selfies e paisagens.

Mochilando na Pennsylvania

“Mas porquê a Lidi saiu do meio do mato para ir para os Estados Unidos ficar no meio do mato?” Consigo ver meu pai falando isso.

Gosto do urbano, de ver pessoas, culturas coexistindo, interações, mas o que mais me interessa é o equilíbrio (isso não é uma viagem na maionese). O equilíbrio de ter os dois, enxergar e admirar diferentes belezas. Deixar ser, sentir o ambiente que me rodeia e experimentar os diferentes gostos que ele me dá.

Semana passada me deixei ser e fui. Fui para a minha primeira mochilada (acabei de inventar essa palavra, backpacking talvez soe mais legal). Me inscrevi para uma backpacking trip oferecida pela universidade. O anúncio dizia que era uma backpack trip  destinada somente para mulheres, friendly para iniciantes e com equipamentos, comida, transporte para o lugar da saída inclusos (uma merreca de $30 pila, li até o final para ver se não achava meu nome logo em baixo rsrsr). Sempre fui curiosa para fazer isso, mas não sabia nem para onde ia, porque lá no mato onde eu cresci é coisa de doido dormir na floresta sem razão.

Enfim, depois de pagar o que se faz? “Ache um aliado e serás feliz”. Foi isso que fiz, consegui trazer uma aliada de Pittsburgh para sair carregando uma mochila comigo por aí (parceria forte hein!)

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Nossa mochilada foi na Forbes Forest (Pennsylvania) numa área específica chamada Quebec Wild Run.

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A caminhada foi relativamente fácil para quem estava preparada para uma maratona (SQN). No total éramos um grupo de oito meninas, contando com a nossa líder super mega expert em backpacking que nos ensinou dicas incríveis. A nossa viagem por inteiro foi baseada nos principios de leave no trace, ou seja com o mínimo possível de impacto na natureza. Literalmente, leave no trace significa não deixe rastros. O que é isso? É você curtir uma a natureza, acampar, praticar atividades, mas ser consciente de que a sua presença e tudo que você traz com você pode impactar aquela área. A ideia básica é: faça de tudo para deixar do jeitinho que você encontrou, como se não estivesse nem passado por ali. Leve todas as porcarias que você trouxe de volta com você, para alguns isso inclui até o próprio cocô (não fiquem com nojinho, continuem lendo).

Para você que gosta de ser bem informado aqui estão os sete príncipios do leave no trace que todo mochileiro precisa saber (na verdade é todo mundo que precisa saber e praticar!)

Planejamento e preparação – Faça questão de saber as regras da área com antecedencia, reembale sua comida para evitar a produção de lixo desnecessário, viaje em grupos pequenos.

Viaje e acampe em superficies adequadas – Não invente de fazer sua própria trilha, siga aquela já existente. Se já existem lugares designados para camping, use-os. Caminhe em fila indiana seguindo a trilha mesmo em trechos lamacentos ou difíceis.

Elimine os resíduos corretamente – Emabale todo o lixo, resto de comida e de qualquer outra coisa que não seja natural daquele ambiente e leve de volta com você. Nem pense em fazer cocô perto da água (60 metros de distância), faça um buraquinho cat hole de 15 a 20 cm e depois do serviço, tape de volta.

Deixe tudo como encontrou – Não traga lembrancinhas. Veja artefatos históricos e outras estruturas com os olhos e não com as mãos.

Minimize os impactos de fogueiras – Idealmente ultilize um fogãozinho a gás para cozinhar e lanternas para iluminar a área. Mantenha a fogueira pequena e só utilize galhos do chão e que possam ser quebrados com as mãos. Não esqueça de apagar a fogueira completamente e espalhar a cinzas frias.

Respeite a vida selvagem – Super básico. Mantenha distância e nunca nunca alimente-os. Utilize bear hangers ou outras estratégias para não atrair animais para a sua área de camping.

Seja discreto e não perturbe os outros visitantes – Divida a trilha, dê espaço não acampando muito próximo de outros visitantes e principalmente, deixe os sons da natureza prevalecerem.

camping

Para você que acha que isso que isso é extremismo, depois de olhar as minhas fotos me diz se você não gostaria de estar num ambiente desse, vazio de artificialidade e cheio de natureza. Não encontrei uma casca de fruta, um papel de menta. Tudo era natural, tudo era natureza. Sem rastros nenhum dos tantos outros que já passaram por ali. Rastros são distrações que nos fazem perder a visão do encanto. A beleza de visitar um lugar como esse está em não ver mais nada além, não pensar nada além, traduzo isso como comtemplação.

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De boa. Contemplo e me Completo.

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3, 2, 1 para preparando um jantar no mato.

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Dinner prep.
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Fogão portátil a espera da panela.
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Sem fogueira e protegendo o solo de resíduos.
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Isso foi para cima de um macarrão depois. Ah, fizemos 3 boas refeições lá!

3, 2, 1 para mulheres bonitas passando na sua tela.

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Mochileiras 🙂

Nosso passeio foi de apenas uma pernoite, mas, pensa numa mochilada no mato que rendeu muito. O que aprendemos? Já sei desde como arrumar a mochila, ajustar, carregar, fazer comida, armar o camping (talvez mais ou menos) até como escovar os dentes no mato com o mínimo de impacto possível. Já quer sair mochilando pelo mundo comigo? Comenta esse post que estou aceitando currículos (hahaha).

E o meu caso com o mato? É encantamento, fuga dos rastros e distrações.

Nota: Não, não me senti nenhum pouco insegura ou preocupada por estar mochilando com um grupo só de mulheres. Em um mundo ideal é assim que deveríamos nos sentir indo para qualquer lugar mas… [inserir textão revoltado aqui].

Bom final de semana povo!