Dicas de Viagem para os E.U.A

Bem vindos ao primeiro post do ano!! (Era para ter sido o último post do ano mas, desculpa aí, não deu.)

Minhas últimas duas semanas do ano tem sido meio malucas, agora por exemplo, estou rascunhando esse texto enquanto atravesso o estado de Virginia a caminho de volta para casa depois de 8 dias de aventura na estrada. Muita história para contar, mas nesse post vou ser bem objetiva e deixar as histórias para depois. Mas só para vocês terem uma ideia e seu pudesse contar a história em números seria bem assim:

1 Minivan
1 americano
5 brasileiros
11 estados
5865 Km rodados
100000… momentos felizes 🙂

Conheçam os aventureiros:

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Foto tirada em West Virginia. Nosso time de 6!

Com base nessa minha experiência viajando pelos Estados Unidos com minha família por duas semanas aqui vão algumas dicas para você que está planejando umas férias para esse lado de cá. Aqui entre nós, viajar para os E.U.A pode ser por natureza complicado por conta do visto, passagem pela imigração e tudo mais… Não vou entrar nessa parte hoje (outro dia quem sabe), vamos dizer que você já está com visto e passagem em mãos e começar por lá.

  • Cartão de crédito – O tanto que você odeia usar cartão de crédito, pensar nos boletos é o tanto que você vai precisar do maldito por aqui. Você vai conseguir alugar carros e fazer reservas de hotéis com mais facilidade. Vou acrescentar aqui que o uso do cartão de crédito tem que ser muito bem planejado, tentado você vai ser beeeem a comprar coisas que não precisa. Foca na hospedagem e aluguel de carro.
  • Plano de saúde – Fiquem sabendo que ficar doente aqui é caro então não saia do Brasil sem comprar plano de saúde para a duração da estadia nos E.U.A e para cada membro do seu grupo. Imprevistos acontecem e é bom estar preparado. No meu caso, meu irmãozinho ficou bem doente assim que chegou e tivemos mesmo que usar o plano dele para levá-lo ao hospital. Dependendo do plano que escolher boa parte das despesas vão ser cobertas (nada é de graça aqui rsrs). Aqui vai o website onde compramos os planos de saúde para minha família.
  • Motorista nativo – Eu sei que isso é pedir demais mas, só coloquei isso na lista para exaltar o motorista da nossa viagem que foi fenomenal, Micah (contratem! rsrs). Falando sério, faz toda a diferença viajar com alguém que já é familiarizado com o trânsito aqui e sabe navegar bem, isso poupa muito tempo.
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Por aí na Flórida
  • Evite destinos turísticos batidos – Estados Unidos é mais do que Flórida e NY. Garanto que você fora desses lugares você vai ter uma experiência mais autêntica americana e bacana. Outra coisa, outlets no interior são menos lotados, tem as mesmas lojas famosas e o imposto é menor (você faz suas compras tranquilamente e gastando menos). Nas férias com a minha família concentramos mais tempo na Pennsylvania, West Virginia e Illinois que são lugares onde temos amigos e família (estadia garantida!).  Vejam um pouco do nosso natal em Illinois (rolou muita neve o que não teríamos visto se tivéssemos resumido as nossas férias somente a Flórida)!
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Manhã mágica do dia 25
  • Compre um chip com internet ilimitada – Google maps é uma ferramenta que vai ajudar você bastante enquanto você viaja (tem toda a informação de transportes locais que você precisa) portanto, vale a pena o investimento de $60,00 e além do mais você vai manter suas redes sociais todas atualizadas na hora que quiser sem ficar neurado em busca de WiFi. Se você tiver um chip GSM, recomendo AT&T ou T-Mobile. O T-Mobile tende ser mais em conta porém o AT&T tem uma cobertura melhor.
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Fazendo muitas memórias…
  • Sim, você pode conhecer destinos famosos – Se seu sonho é mesmo conhecer destinos famosos fique hospedado em alguma cidade vizinha e economize alguns $$. Foi isso que fizemos, dirigimos de Pittsburgh para NY city, para evitar dirigir dentro da cidade e também os preços exorbitantes de estacionamento e hospedagem ficamos Burgen-New Jersey (20 min de NY city). Economizamos cerca de $200,00 com a estadia, pegamos um shuttle de $12,00 (ida e volta) que saiu do hotel direto para a Times Square, visitamos os mercados de natal e o Bryant Park (NY city é outra com as decorações de natal). No próximo dia pegamos um ônibus de menos de $3,00 e fomos parar na Times Square de novo, dessa vez exploramos bastante a pé a 5th Avenue até o Central Park. Depois continuamos a explorar a cidade de metrô. Planejamos 2 dias da nossa viagem na Flórida já que minha família ia pegar o voo de volta em Miami e usamos a mesma estratégia lá, fugimos do vuco-vuco de Orlando e achamos um lugar só o filé (como diz meu irmãozinho) em Melbourne, 1 hora de Orlando.  Levei meu irmãozinho para o Universal Studios mas isso é assunto para outro post…. (avisem se quiserem saber mais).
  • Na estrada não tem como não comer nos famosos restaurantes de franquia (não sou fã, mas fazer o q?). Se você optar pelo McDonalds, eles tem um value menu onde a maioria das coisas é $1,00 (sai melhor do que pedir combos). Raridade é você encontrar opções saudáveis na beira da estrada, mas na Flórida me deparei com essas banquinhas fofas de frutas que me fizeram muito feliz e me lembraram do Brasil. S2
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Compre laranja e manga para o almoço nesse dia 🙂
  • Use Yelp – Quando parar nos lugares para passar mais tempo, coma bem! Use yelp para ver os melhores restaurantes da área, veja o que as outras pessoas estão falando sobre os lugares e check os preços. Fuja das franquias e coma em restaurantes locais.
  • Fique atento para o clima – Aqui o inverno está sendo rigoroso e como viajamos para cima e para baixo de carro enfrentamos todos os tipos de clima. Se informe sobre o clima para poder ter as coisas certas na mala. Para inverno, recomendo que faça as suas compras aqui em lojas de segunda mão (Goodwill, Plato’s Closet, Gabe’s etc.), compre o básico só para sobreviver mesmo e deixe para gastar só com aquilo que você quer levar de volta para o Brasil. Nessa viagem  fomos do frio intenso ao clima agradável (não rolou nada de calor segundo os paraenses hahha).
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Depois de tanta neve, no caminho de volta vimos esse céu azul da Carolina do Sul.

É isso aí meu povo! Espero que esse post tenha te ajudado ou pelo menos inspirado. Desejo a todos um 2018 de muitas viagens e alegrias!

Agradecimentos
Micah Gregory – Planejamento da viagem e co-autoria desse post! You’re the best!
Navus House – Amigos Nathan & Val por nos acolherem tão bem em Pittsburgh.
Gregory Family – Pela acolhida e natal inesquecível em Illinois.
The Bests – Pela hospitalidade e recebida na Carolina do Sul.
The Turners – Pela amizade e por fazerem tempo para tomar café com a gente em Tampa-Flórida.

Lugares para visitar em Oregon

Já era tempo. Tempo de voltar para cá para esse mundo onde guardo memórias das pequenas aventuras da vida. Quer saber da última? Então deixa eu te contar daquela vez que atravessei esse país e fui parar num dos lugares mais incríveis que já pisei, Oregon.  Vai um mapinha aí para ilustrar a jornada.

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Essa viagem foi em celebração de mais um rito de passagem, comemorar a “Liberdade” de quem passou dois anos com a cara no livro. O final do mestrado, o final de um tempo vivendo na mesma rotina, o final do meu tempo na cidade que estava vivendo desde que me mudei para essas bandas do mundo. Quem me conhece sabe que não sou muito de comemorações, mas tenho alguém do meu lado que não deixa as coisas passarem em branco, alguém que me faz enxergar minhas conquistas, alguém que me ensina que comemorar não pede por festa grande, comemorar é coisa simples e deve ser parte da vida diária. Pois é, essa viagem (talvez como todas as outras), não tenho mérito na idealização (no interesse e vontade de ir sempre tenho mérito rsrs), não participei do planejamento, apenas fechei os olhos e fui. Fui no escuro, não fiquei dando google em nada, fui tranquila, fui bem acompanhada.  O Micah -koala bear- foi meu guia. Olha o naipe  desse cara aí…

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Todos temos um model@ dentro de nós

 

 

Esse daí conhece Oregon de cabo á rabo. Acho que podemos considerar Oregon o quarto lugar de nascimento do Micah: South Korea, Illinois-EUA, Pará-Brasil e algum lugar desconhecido em Oregon. Explicação? É porque nesses últimos dois anos o trabalho dele levou ele para lá mais vezes do que eu olho meu celular todo dia (entenderam né?).

Nosso roteiro foi maluco e difícil de colocar em palavras, mas aqui vao algumas recomendações:

O que o povo quer ver

Só para avisar que nessa categoria você deve estar preparado para encontrar zilhões de gente.

Multnomah Falls – Considerada a cachoeira mais alta do estado de Oregon e a segunda maior dos Estados Unidos.

Timberline Mount Hood – Área muito utilizada para a prática de ski e outros esportes de inverno. A área abriga uma das montanhas mais famosas de Oregon que na verdade é um vulcão com potencial de atividade.

Mount hood

Rose Garden – Fica na cidade de Portland e vale a pena a visita. O lugar é cheios rosas de todas a cores, formas e tipos. A entrada é livre mas, para explorar outras partes do jardim (pq nem tudo são rosas) é preciso pagar a entrada (fui só até a parte 0800).

Powells Bookstore – Fica também na cidade de Portland e é super super visitada simplesmente porque é a maior livraria do mundo. Me perdi e me achei várias vezes. Saí com um livrinho debaixo do braço para ler na espera do vôo de volta para casa.

(Todos esses lugares ficam em Portland com excessão do Timberline)

Lugares pouco conhecidos -mas que não seria muito legal você morrer sem visitar-.

Vista House – Prédio que foi construído em 1917 estrategicamente na estrada histórica do Columbia River. A ideia era construir uma parada de descanso e deleite para os que viajavam em direção ao Columbia River Gorge que é um destino muito comum para lazer e prática de atividades.

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Diamond Lake –  Foi daqui que vimos o tal do eclipse (chegou a cobrir 97% do sol). Fica dentro da Umpqua Floresta Nacional. Passamos 2 dias na área e tinha queimadas para todos os lados porque no verão o clima fica tão seco que pega fogo em tudo. Pensamos que não iríamos conseguir ver nada por causa da fumaça mas, no dia do eclipse apareceu um vento que jogou a fumaça para longe por algumas horas e olha aí o que meus olhos viram.

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Créditos: Koala

Sisters Rock – É um parque estadual que fica meio que as margens da highway 101, a atração da área são essas três rochas isoladas e daí vem o nome Sisters Rock. É uma caminhada fácil que leva a uma vista de morrer.

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Créditos: Koala

Cape Ferrelo – Também as margens da highway 101, trilha pode ser um pouquinho mais difícil mas esse pôr do sol maravilhoso valeu cada cabelo que eu comi (o vento era muito muito forte, de quase me levar e me deixar meio surda depois).

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Meu coração não aguenta
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Perfeição

Se você tiver um tempo de sobra

Meter o pé na estrada e dirigir pela Highway 101 e explorar a Costa a vontade, passar pela Oregon Dunes National Recreation Area e explorar Gold Beach.

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Créditos: Koala
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Highway 101

Continua dirigindo mais e atravessa para California para ver a floresta encantada de Redwoods (um mundo de árvores gidantes, uma vibe mística e mágica). Essa foto foi no Jedediah Smith Redwoods State Park.

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Créditos: Koala

Comemos, gostamos e recomendamos

Anota aí!

Garden Café – ambiente lindo, vibe relax, plantinhas em todos lugares, e comida boa e acessível. Fica fora de Portland no Hood River

Mcmenamins Edgefield – Não só para comer, mas para se hospedar. Sobre esse lugar escreveria um post inteiro de tão particular que é (Talvez ainda faça isso, aguardem). Fica nos arredores de Portland.

Food trucks downtown Portland – O paraíso dos food trucks fica no centro de Portland. E a gente gosta por quê? bom e barato meu povo!! Clica aqui para ver a lista dos 10 melhores.

Beer Garden – Fica na cidade de Eugene. No lugar em si só vende bebidas, mas no quintal  você encontra os food trucks estacionados e compra o que quiser com muita facilidade. Ambiente e serviço ótimos!

Behind the Red Door – Fica numa cidadezinha na costa -Gold beach-. Comida caseira bem típica americana bem feita e porções não gigantescas (sempre desconfio da qualidade de comidas que vem em porções para alimentar uma família de 10 rsrsrs).

O melhor de Oregon

Café, café e café. Precisa dizer mais? Quem acompanhou os stories no instagram viu que foram 9 dias de paraíso, tinha stories de café todos os dias (não me julguem). As beiras das estradas são cheias disso daí (foto), muito melhor do que as porcarias do MacDonalds né? (dando uma de esnobe, mas quando fica toda feliz quando ganha um voucher de free breakfast do MacDonalds do hotel hahaha) >> (nesses casos a gente se envenena sorrindo). Brincadeiras de lado, os coffee shops de Oregon além de fofos servem café de verdade.

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Natureza e paisagens variadas. Nunca foi tão difícil selecionar fotos para compartilhar aqui. Confesso que já se passaram dois meses e ainda não superei essa viagem, estou vivendo de muitas memórias feitas em 9 dias.

Gold Beach
Gold Beach
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Vista do Timberline.

Essa viagem para mim foi cheia de significados, cada pedacinho de natureza carregando seus próprios simbolismos (desses que só fazem sentido para mim). Logo após a viagem aterrissei no mundo real de trabalho, me mudei de Morgantown para uma cidade que tenho um caso de amor antigo, Pittsburgh-Pennsylvania (me pergunte sobre isso). Estou de cidade nova, trabalho nove e blah blah. Enfim, isso tudo só para dizer que a vida por aqui não continua sendo a mesma, as rotinas mudaram, o tempo ficou curto, mas que continuo contando a mesma história de sempre. História de uma passante que explora lentamente o caminho na busca de qualquer coisa que possa transformar em memórias felizes.

Obs.: Desculpa aí que esse post, foi uma pilha de informação e foto. Foi só para te dar uma noção do negócio, se quiser mais detalhes de algum passeio específico, tô por aqui.

Peace!

Agradecimentos
Micah – por dirigir 9 dias sem parar, planejar tudo, tirar fotos e ainda trabalhar enquanto faz tudo isso.

2 dias em Toronto

Pára tudo que dessa vez eu atravessei a fronteira e fui para o Canadá!!! Tá um negócio internacional esse blog hein. Muitos dirão “Nossa Lidi, você viaja muito… deve ter muito dinheiro…” Não, meus caros amigos, o que de fato tenho é cara de pau, cara de pau para fazer da viagem dos outros a minha também. Enquanto houver espaço vazio no banco de trás de alguém lá estarei (fica aqui o apelo para convites haha). Dessa vez os zamigos estavam indo para Toronto e eu ali em Mongantown dando sopa,  conversa vai e quando conversa vem já tô junto e trio Toronto está formado.

E lá fomos nós estrada à fora. De Pittsburgh, de onde saímos, são algumas boas 6h. Mas daí tem a paradinha básica na fronteira que pode demorar ou não. Para essa viagem eu tinha uma preocupação, ter problemas na saída/reentrada nos EUA. Não me sentia segura mesmo lendo tudo que me assegurava que não teria problemas apresentando meu passaporte e green card (a gente nunca sabe né… melhor não comentar). Mas o que a gente faz nessa hora? Coloca um sorriso no rosto e vai. Essa foi minha primeira vez testando o tal do green card (para quem não sabe é um cartão de residente permanente dos EUA, como se fosse um visto permanente mesmo).

A tensão logo se foi quando passamos para  o lado de lá sem nenhum problema e avistamos aquela bandeirinha do Canadá acenando para a gente. Estávamos prontos para o fds! Exceto que durante a viagem meu olho ficou bichado por causa da lente e sabe o quê? Essa  “viajante experiente” esqueceu os óculos em casa. Passei o final de semana apenas com um lado da lente no olho e o outro lado irritado e cego. Mas a gente tá é no Canadá!! Vai achar ruim? Não, vai só com um olho mesmo  (rsrsrs). Vejam lá nas fotos depois que só apareço com óculos escuros na cara, não é estilo não meu povo; é pira no olho mesmo haha.

Com muita dor no olho fiz alguns registros. As duas fotos seguintes foram conseguidas graças a uma amiga generosa que nos cedeu o apartamento dela no 50 e alguma coisa andar com essa vista maravilhosa de Toronto.

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Não posso com esse pôr do sol…
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Fim de tarde em Toronto e as luzes se acendem

Vamos agora às andanças!

CN Tower – É uma dos principais pontos turísticos de Toronto. Pagamos 35$ para ir até o topo, a vista é incrível. Se você não tiver satisfeito com isso ainda pode ir ao topo do topo (pagando mais é claro, não obrigada). Uma coisa, é bom já ir sabendo que o lugar é muito lotado (por isso não consegui nenhuma foto legal lá de cima rsrsr).

Curiosidade: A torre foi construída em 1976 e naquela época foi considerada uma das torres mais altas do mundo.

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Andando pelo centro de Toronto, uma vista da CN tower.

Para quem não sabe que fique aqui claro, amo mercados!! Toda aquela gente, comida por todos os lados, o melhor lugar para se sentir integrado numa cidade. O Lion (conhecido como Daniel rsrs) colocou no nosso roteiro o St. Lawrence Market. E foi lá que descobrimos esse lugar aí da foto, um cantinho de onde saem todos os tipos de crepes. Uma boa opção para quem é glutén free, lactose free (como e menina aí da foto rsrs). Foi lá que comemos o melhor crepe de chocolate com frutas vermelhas da vida (talvez fosse a fome, a tpm, a empolgação, talvez fosse realmente divino, o fato é que nunca me esquecerei daquele crepe).

Dica: Não esqueça seu cartão, lembre-se que no Canadá o dinheiro é dólar canadense. Alguns lugares vão aceitar dólar americano numa boa e te dar de troco dólar canadense mas outros não.

Dairy free crepes
A espera

Sim, ainda tivemos tempo de dar uma passadinha na praia, a Woodbine beach. É uma praia super popular, onde você encontra Toronto inteira bem representada. A população de Toronto é muuuito diversa e o que é legal é que todo mundo parece ser bem integrado (amei muito isso!). A praia parece ser um dos pontos de encontro comum para todo esse povo. Como não sou muito garota da onda, achei um cantinho para sentar e assisti, assisti o povo jogando vôlei, futebol, nadando, as famílias se divertindo, a galera fitness malhando no calçadão, todo mundo aproveitando o verão à sua maneira.

Curiosidade: Quase metade da população de Toronto é feita de imigrantes.

Beach

No domingo antes de voltarmos para casa visitamos o Kensington market, que apesar do nome é um bairro.  Achamos uma rua maravilhosa por lá cheia de cafés hipsters, comidinhas bacanas, artesanato e becos grafitados. Precisa dizer que as garotas da foto se acharam as donas do beco? A gente não pode ver uma parede legal que já quer virar largatixa mesmo.

Curiosidade: No verão, no último domingo de cada mês acontece uma feirinha na Augusta avenue  com muita arte e coisas fofinhas. Nós infelizmente chegamos cedo demais no domingo e não deu tempo para esperar por isso 😦

cool wall
Era para ser pose de blogueira mas vamos dizer que gangueira é mais adequado.
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Se for para ter amigas e não sair combinadinhas corta que nem quero :p
cool car
E perto do beco tinha uma carro…Tinha uma menina sentada no carro.

Terminando esse post com a prova viva de que pisamos em Toronto. Quem não gosta dessas letras gigantes que viraram modinha ao redor do mundo?

Toronto

Até a próxima meu povo!

P.S: Escrevendo sobre o Canadá mas vivendo vivendo novas aventuras em Oregon.

Agradecimentos
Daniel-Lion Alexander – além de dirigir, aguentar duas perturbadas no carro ainda bolou o itinerário (contratem!)
Cris – nos cedeu mais que um teto para ficar, nos surpreendeu com a melhor vista de Toronto. Da próxima vez vamos sincronizar nossas agenda e te ver!